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A preto e branco
Luís Cirilo Carvalho
2018/05/11 10:06
"A Preto e Branco” é uma coluna de opinião que procurará reflectir sobre o futebol português em todas as suas vertentes, de uma forma frontal e sem tibiezas nem equívocos, traduzindo o pensamento em liberdade do seu autor sobre todas as questões que se proponha abordar.

Os jogos entre Vitória e Porto, os dois maiores clubes do norte de Portugal, tem larga tradição e inúmeras histórias para contar em volta das peripécias, dos resultados, das rivalidades e de outros temas que dão ao futebol aquele sabor único que ele possui.

Infelizmente, o do próximo sábado, e bem ao contrário de tantos no passado, não terá nenhum outro interesse que não o de se esperar um bom jogo de futebol, porque não conta para nada em termos classificativos, dado que ambas as equipas tem o seu balanço final perfeitamente definido.

O Porto é, com toda a justiça, campeão nacional, enquanto o Vitória terá uma classificação decepcionante a meio da tabela e, portanto, muito longe do que deve ser sempre o seu posicionamento num campeonato em que não pode ter ambição menos que ficar entre os quatro primeiros!

Daí o aproveitar desta crónica de hoje para duas reflexões.

Uma, curta, sobre a justiça na conquista do título pelo FC Porto e outra, mais alargada, sobre como é a postura dos “dragões” quando ganham troféus e a forma como se posicionam perante os seus adversários.

O Porto ganhou o campeonato com toda a justiça, já o disse atrás, porque foi a melhor equipa, a que melhor futebol jogou em grande parte da prova e aquela que melhor soube superar as adversidades próprias das provas de regularidade como o são os abaixamentos de forma e as lesões.

Creio que há um enorme mérito de Sérgio Conceição, que desta vez sim surpreendeu pela positiva, quer no fortíssimo espírito de equipa que implantou, quer na ambição que os seus jogadores puseram em campo, quer na forma como extraiu um enorme rendimento de jogadores em relação aos quais havia poucas expectativas. Marega é seguramente o melhor exemplo porque foi apenas e só, na minha opinião é claro, o jogador mais decisivo deste campeonato.

Penso que o Porto começou a ganhar o título com o “bluff” de Agosto, espalhado aos sete ventos, de que por razões orçamentais não podia contratar jogadores e por isso apenas registava a entrada a custo zero do guarda redes Váná, vindo do Feirense.

E era verdade.

Mas não era a verdade toda.

Porque discretamente o Porto fez regressar seis jogadores que tinha a rodar noutros clubes e esses seis jogadores, embora com niveis de participação diferentes, foram excelentes reforços para o plantel e seguramente bem melhores do que os reforços contratados pelos seus rivais.

Refiro-me, como está bom de ver, a Marega, Aboubakar (os dois melhores marcadores da equipa, com mais de vinte golos cada), Ricardo, Hernâni, Reyes e Sérgio Oliveira.

E esses seis jogadores, a que em janeiro se juntaria Gonçalo Paciência, também regressado de um empréstimo, deram ao treinador um leque de soluções que se revelaria como decisivo na conquista do campeonato.

E se no ganhar não se põe em causa o mérito e a justiça já no saber ganhar há algumas coisas a dizer.

O futebol português vive, de há muitos anos a esta parte, uma macrocefalia asfixiante a que por comodismo se convencionou chamar os três "grandes" e que é composta por Benfica, Sporting e Porto.

Mas não foi sempre assim.

Em boa verdade, durante quatro décadas do século passado (do final dos anos 30 ao final dos anos 70) eram apenas dois clubes que disputavam a supremacia do desporto (não apenas futebol) português:

Benfica e Sporting.

Com domínio inicial do Sporting, décadas de 40 e 50 muito por força dos "5 violinos", que ao tempo seria o maior clube português, mas depois tudo se transformaria com o momento decisivo que foi a chegada de Eusébio ao Benfica.

Que fez toda a diferença para os 15 anos seguintes.

Que foram de grandes vitórias do Benfica, com as duas Taças dos Campeões à cabeça, de grandes equipas e grandes exibições que trouxeram ao clube uma enorme legião de adeptos que lhe permitiu tornar-se no maior clube português.

E o Porto?

O Porto, que até tinha sido dos primeiros a ganhar títulos nacionais, vivia numa permanente subalternidade, ganhando um campeonato de vez em quando e umas Taças de Portugal de quando em vez.

É então que, em 1976, se dá no Porto um facto de importância equivalente à chegada de Eusébio ao Benfica 16 anos antes.

Não através da contratação de qualquer jogador excepcional mas da tomada de poder interno por uma dupla histórica.

José Maria Pedroto e Jorge Nuno Pinto da Costa.

Um como treinador e o outro como director do departamento de futebol.

Os ideólogos do Porto actual mas também do "portismo" que a seguir definiremos.

O Porto actual conhece-se:

Um clube muitíssimo bem organizado, o clube com mais títulos nacionais do futebol português (campeonatos, taças e supertaças) e de longe o clube português com mais títulos internacionais em que avultam duas Ligas dos Campeões e duas Taças UEFA .

A ideologia que permitiu tudo isso, lançada por Pedroto e Pinto da Costa e ainda hoje em vigor, é o "portismo".

Que se caracteriza basicamente por três premissas:

Criação de um inimigo externo, preferencialmente os clubes de Lisboa e a imprensa quase toda, que permita unir as "tropas" e motivá-las para a guerra.

Passagem da ideia que são todos contra o Porto e que a nível de poder futebolistico (e não só) há uma permanente conspiração contra o FCP.

O Porto é a bandeira do Norte, em permanente luta contra o centralismo lisboeta e as suas instituições.

Com base nesta ideologia, e numa organização muito superior à de qualquer outro clube, o Porto vem de há quase 40 anos a esta parte a assumir-se como um clube hegemónico e a ganhar muito mais competições internas que qualquer outro.

Perguntar-se-á então porque é que a ganhar há quase 40 anos o Porto não é hoje o maior clube português em termos de adeptos quando ao Benfica, noutro contexto e noutro regime politico é verdade, bastou pouco mais de uma década para atingir esse estatuto.

A resposta não é simples mas vou tentar dá-la em cinco itens:

Em primeiro lugar o Porto não sabe ganhar com fair play e desportivismo.

Ganha com arrogância, com acinte, sempre minimizando o adversário e exaltando-se a ele próprio.

É uma postura agradável para os adeptos, odiosa para os adversários e desagradável para os indecisos que impede muita gente de aderir ao "portismo".

O Porto não sabe ganhar por si e para si; tem de ganhar sempre contra alguém!

Em segundo lugar, e claramente dentro da ideologia do "portismo", o Porto quando ganha não se limita a ganhar. Ganha contras as conspirações, contra Lisboa, contra a mais diversa espécie de inimigos nos quais inclui com todo o à vontade os clubes vizinhos renegando assim qualquer possibilidade de ser a tal "bandeira" do norte.

É um pouco a síndrome da pequena aldeia gaulesa de Astérix, rodeada de romanos (leia-se lisboetas) por todo o lado e em que a "poção mágica" é a união dos portistas contra o mundo exterior.

Infelizmente para o FCP esta visão do mundo é um resíduo do provincianismo que Pedroto tanto quis combater.

Em terceiro lugar manda a verdade que se diga que o "portismo" e o FCP nunca gozaram dos favores e fretes da imprensa nacional toda ela, com raríssimas excepções, devotada à glorificação do Benfica e do "benfiquismo" e que tratou sempre o Porto como um clube menor.

E isso, nomeadamente em termos televisivos, faz diferença.

Em quarto lugar os métodos usados para ganhar.

Que muitas vezes não são agradáveis, algumas vezes não são conformes com a verdade desportiva, e indignam muita gente contra a forma como o Porto usa o poder de que dispõe nas instâncias do futebol.

Nada que outros não façam mas o Porto fá-lo com um descaramento despropositado e ainda exibe esse poder como um troféu de que se orgulha.

E isso afasta todos aqueles que acham que ganhar é bom mas não a qualquer preço.

Em quinto lugar o "portismo" tem um intrigante, mas bem vivo, complexo de inferioridade em relação ao Benfica que não tem reciprocidade por parte do clube de Lisboa.

E isso é patente nos cânticos das claques (que são o "portismo" no seu estado puro)contra o SLB mesmo quando o adversário em campo é outro clube qualquer como ainda aconteceu no jogo com o Feirense em que a certa altura lá vieram os cânticos insultuosos contra o Benfica.

Estar na festa do título, com o estádio completamente cheio, e em vez de viverem o momento da sua conquista estarem com o pensamento na perda do adversário é deprimente, é pequeno, é provinciano.

É profundamente irónico que a forma como o "portismo" festeja as vitórias sobre o Benfica dê ao adversário, com a dimensão desses festejos, o estatuto de importância que tanto lhe querem retirar.

O Futebol Clube do Porto é hoje o clube de maior sucesso no futebol português, considerando os últimos quarenta anos.

Mais títulos nacionais, melhor organização, melhor curriculum internacional.

Mas não é o maior clube português, em termos de adeptos,  nem me parece que venha algum dia a sê-lo.

Porque o "portismo", afinal a ideologia que o fez começar a ganhar de forma consistente, ironicamente o limita a ele próprio fechando-o dentro de uma barricada que lhe limita o crescimento e cerceia a expansão para fora das "fronteiras" que ele próprio definiu.

Veremos se um dia a História não definirá o "portismo" como algo de essencial ao crescimento do FCP mas que acabou por se transformar no seu mais temível adversário.

Não sei se assim será.

Sei que um dos seus grandes ideólogos já morreu e o outro caminha para a reforma por força da lei da vida.

E o grande desafio para o futuro, nomeadamente o futuro pós Pinto da Costa, será saber se o Futebol Clube do Porto consegue libertar-se do "portismo" e encetar uma nova e diferente fase, igualmente ganhadora, da sua vida mais que centenária.



Comentários (18)
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motivo:
Caro Luís Cirirlo,
2018-05-18 10h42m por DragonKing
só hoje li a sua cronica, pelo que, peço que continue com a mesma toada, uma vez que, obteve bastantes reações (até que enfim) e muitas delas "deliciosas". . . talvez devido à sua alusão ao "portismo".
Para a próxima escreva, e espero que o faça, leia duas a três vezes e peça a alguém para ler em voz alta, só depois equacione se deve colocar essa reflexão no ZZ.
Saudações de um DRAGÃO de Guimarães cidade Património Mundial da Humanidade.
Já agora, amigo "gomes_fng...ler comentário completo »
AN
Vitoriano
2018-05-16 22h55m por antoniomsbessa
Caro Luís Cirilo, como é possível um vitoriano escrever isto. Eu sou vitoriano há 45 anos, desde que nasci, e aprendi desde cedo o seguinte: os 3 "grandes" que se matem entre eles. Enquanto adepto do Vitória nada me interessa desses clubes.

Com Marinho Peres vi o Vitória ser afastado pela luta do título numa sucessão de roubos inacreditáveis. Com Paulo Autuori idem aspas. Isto é, sempre que o Vitória conseguiu aproximar-se da luta pelo título foi espoliado e "sovados" pel...ler comentário completo »
Luis cirilio de arvalho
2018-05-11 18h34m por ispeakwiththetrue
Campeonatos:

Benfica: 36
FC. Porto: 28
Sporting: 18

Taças de Portugal:

Benfica: 26
Sporting: 16 ou 17 (dependendo se ganha ao Aves)
FC. Porto: 16

Taça da liga:

Benfica: 7
Sporting: 1
FC. Porto: 0

Supertaça:

FC. Porto: 20
Sporting: 8
Benfica: 7

Campeonatos de Portugal:

Sporting: 4
FC. Porto: 4
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Branco por fora, encarnado por dentro
2018-05-11 16h19m por Danubioazul
". . . . os dois maiores clubes do norte de Portugal. . . " , presunção e água benta cada um toma a que quer diz o povo.

". . . o Porto quando ganha não se limita a ganhar. Ganha contras as conspirações, contra Lisboa, contra a mais diversa espécie de inimigos nos quais inclui com todo o à vontade os clubes vizinhos renegando assim qualquer possibilidade de ser a tal "bandeira" do norte. "

Ainda todos nos lembramos do nosso vizinho, o tal que supostamente faz...ler comentário completo »
LU
Vaná
2018-05-11 15h15m por LuisCDF
Penso que o artigo tem uma imprecisão. O Vaná foi a única aquisição do FC Porto no início da época, sim senhor, mas não foi a custo zero. O quer veio na imprensa e o que constou, é que a venda de Vaná rendeu ao Feirense um milhão de euros.
É um bom GR, mas esteve muito tapado no FCP. Oxalá jogue amanhã em Guimarães, pois além de bom GR é um óptima pessoa. Deixou muitos amigos aqui na Feira.
Transparentemen te Benfiquista
2018-05-11 13h27m por C-Hawk
Jornalistas, colunistas e opinadores ganham todos os seus salários com base no que dê para vender papel. Rivalidades desportivas servem bem essa função. Um opinador adepto dum clube que não seja um dos dois envolvidos nesses tais cânticos só deve ficar contente, feliz e grato pela existência desse cântico.

Resta-me a conclusão: esta opiniãozeca é patrocinada pela Rennie.
CA
Reflexão
2018-05-11 13h18m por CandidoDOliveira
Este artigo é uma reflexão interessante.

A verdade é que é tempo de o FC Porto mudar a sua estratégia de gestão e de comunicação.
Há que se basear mais no positivismo, sem deixar de apontar o que tem que ser apontado.

Aprender a vencer e a dar os parabéns às outras equipas. Fazendo uma evolução oposta à que o Benfica, Sporting e o próprio FC Porto têm apresentado, de falta de fair play.

Porque senão arriscam-se a que esse espaço vazio n...ler comentário completo »
GO
Saber Reconhecer
2018-05-11 12h59m por gomes_fngr
Caro consócio Luís Cirilo. . .
Saber reconhecer os vencedores é tão importante como saber ganhar. E se até posso concordar consigo que os portistas por vezes mostram a sua arrogância quando ganham, também consigo ver que os outros clubes da capital mostram um grande desprezo em não saber reconhecer. . .

Para mim é fácil perceber isso de longe, pois é indiferente que ganhe um qualquer dos 3 (sim porque isto no que toca a ganhar campeonatos resume-se aos 3, infelizme...ler comentário completo »
Ai esse senhor diz-se do Vitória?
2018-05-11 12h36m por Death_Bringer
Só se for nas cuecas que é do Vitória.
Quando muito é do clube (des)treinado pelo Vitória (o Rui).
Saberá este senhor que as ditas batalhas contra o centralismo não são batalhas do Porto clube nem tão pouco do Porto cidade mas de todo um país em relação á capital? Como pseudo Vitoriano deveria de estar identificado mas mostra estar completamente alienado. Esta no entanto muito identificado com a retórica repetida ad nauseam do "clube regional", do "provincianos" e outras atoar...ler comentário completo »
TH
Dúvidas
2018-05-11 12h11m por TheMilz
Depois de ler este artigo, a primeira dúvida que me surge é: o Sr. Luís Cirilo Carvalho é mesmo adepto do Vitória como professa ou o Vitória é uma fachada para esconder seu benfiquismo?

Outra dúvida é: este artigo é de alguém ressabiado com a conjugação da vitória do FCP com a derrota do querida vitoriano Rui Vitória e com as épocas vergonhosas que o Vitória Sport Clube tem feito?

Meu caro, se fala assim dos adeptos do FCP e do Portismo, gostava de saber o que d...ler comentário completo »
Em todos os países latinos
2018-05-11 11h50m por Death_Bringer
Se insultam os rivais.
Mas este senhor acha os cânticos muito anormais.
Reli o texto com minúcia.
Os meus pêsames meu caro.
Deve-lhe ter custado horrores ter perdido assim o igualar de um marco histórico. Quem reler o texto consegue ver de onde vem e para onde vai e por quem os seus sinos dobram.

Festejar o título com a claque antando insultando o rival é provinciano mas festeja-lo com os próprios jogadores (alguns internacionais na altura) a ca...ler comentário completo »
Talvez escape a este senhor.
2018-05-11 11h42m por Death_Bringer
Que o FC Porto consegue ter adeptos de outros países que não tem qualquer relação com Portugal.
Talvez lhe falte explicar que o dito "benfiquismo" exactamente por beneficiar de favores da imprensa e de uma propaganda gratuita agressiva se encontra entranhado na sociedade portuguesa.
Que a nossa sociedade tem mais membros nas faixas etárias mais elevadas e portanto ainda do tempo das conquistas do Benfica e que as mudanças demográficas nunca se dão do dia para a noite e são dificu...ler comentário completo »
Um texto
2018-05-11 11h33m por Death_Bringer
Cheio de lugares comuns, de preconceitos bacocos, de ideias difundidas exactamente pela tal "imprensa que glorifica o Benfica" (dá uma achega nela para depois se refugiar nos dogmas da mesma).
Numa altura em que conhecemos e nos são mostrados vários casos sobre o controlo institucional dos poderes desportivos e administrativos de conluio troca de favores e emails da vergonha vem um tipo falar que o Porto "beneficia de influência nos bastidores do futebol".
Acorde e pare de escr...ler comentário completo »
Adepto do Porto (cont)
2018-05-11 11h23m por crackdude
Há quem diga que o nosso clube está escolhido antes de nascermos. Todos temos uma prefencia, por muito "neutros" que nos conseideremos. E regra geral é quase uma herança de família (ou uma escolha rebelled contra dita herança).

Há um crescimento significativo no número de adeptos do Porto na faixa dos 20-30 anos, com os sub-20 ainda a carecer de estudo. Não é coincidencia. As pessoas são atraídas por quem ganha, ainda mais os jovens. E é por o Benfica ter dominado nos anos 60 e 70 que hoje tem mais adeptos.
Adepto do Porto
2018-05-11 11h20m por crackdude
Enquanto adepto do Porto não consigo concordar com a generalidade da coluna, mas respeito a opinião.

A verdade pura e dura é que é essa garra e vontade de se impor contra os poderes estabelecidos, contra o status-quo (não é por acaso que antes do 25 de Abril a Liga era dominada pelos clubes lisboetas), que o Porto é, agora e ao menos no future próximo, o melhor clube português.

Quanto ao número de adeptos, a tradição é que manda. Há quem diga q
Como adepto do FC Porto. . .
2018-05-11 11h10m por chico123
Concordo em parte que somos assim, doentes pelo nosso clube!
Faz parte da nossa maneira de ser, assim como os adeptos do Vitória de Guimarães. , zelamos imenso pelo que é nosso e desprezamos os que nos querem ver mal.

Fomos sempre assim, e foi essa maneira de ser que nos fez durante muitos e muitos anos ser melhores que os outros tanto cá como lá na Europa.

Apesar disso tudo, 80% de nós somos adeptos decentes assim como os rivais, podemos insultar e m...ler comentário completo »
Portismo vs benfiquismo
2018-05-11 11h00m por maninblue
Todos os clubes têm um rival e o do FCP, é o SLB. Até aqui tudo normal.
Os cânticos com ofensas, a mim pessoalmente repugnam-me. Tal como me repugnam os cânticos de exaltação da morte do adepto do SCP.
A imprensa portuguesa, faz muitas vezes a apologia de uma mentira muitas vezes repetida, torna-se uma verdade indesmentível, sempre a exultar o mais insignificante feito do SLB. Qualquer Tranças desta vida é elevado a Deus. O FCP, venceu pela segunda vez consecutiva a int...ler comentário completo »
exelente artigo
2018-05-11 10h52m por apaixonadopelabola
Vivo no Porto á cerca de 7 anos, antes fora em LIxa, Felgueiras, Toulouse, Paris.
Sou do Sporting desde que me lembro, e ao ler este artigo senti muitas coisas que nele estão escritas ao longo destes 7 anos. A maior vitória do Porto é essencialmente ficar á frente do Benfica , nem tanto do Sporting, oiço no dia a dia, conversas entre adeptos do Porto, e não há uma que não meta o nome Benfica e um insulto na mesma. Acho que o Porto, é um clube regional, não no sentido de se...ler comentário completo »
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